Cuidar de si começa onde ninguém vê
- Claire - Maison Intime

- 17 de dez. de 2025
- 2 min de leitura
Você já percebeu quantas vezes se acostumou com o desconforto?

Com a peça que aperta, mas “dá pra aguentar”.
Com o pijama que não relaxa de verdade.
Com o produto que promete cuidado, mas entrega pouco.
A gente vai se adaptando.
Diminuindo expectativas.
Normalizando o que, no fundo, não deveria ser normal.
E quase nunca isso acontece por falta de opção.
Acontece por falta de conversa.
Por tabu.
Por pressa.
Por achar que autocuidado é algo secundário, quando, na prática, ele sustenta tudo.
Cuidar de si não é um ritual complexo.
É cotidiano.
É o que toca sua pele quando ninguém está vendo.
É o que te acompanha nos momentos de descanso, de prazer, de silêncio, de reconexão.
Existe uma diferença enorme entre consumir produtos e escolher experiências.
Entre comprar algo qualquer e escolher algo que respeita seu corpo, seu tempo e seu ritmo.
O ponto de virada costuma ser sutil.
Ele acontece quando você percebe que não precisa se moldar ao produto.
Que conforto, beleza íntima e prazer não deveriam exigir esforço, culpa ou explicação.
Quando o toque é certo, o corpo relaxa.
Quando a escolha faz sentido, a mente desacelera.
E quando isso acontece, você entende: autocuidado não é luxo, é base.
A Maison Intime nasceu dessa escuta.
Da vida real.
Dos detalhes que fazem diferença no dia, na noite, no descanso e no prazer.
De produtos pensados para acompanhar você, não para te impor padrões.
Talvez você tenha chegado aqui só para ler.
Mas, se alguma parte deste texto soou familiar, talvez seja o seu corpo pedindo escolhas mais gentis.
E quando você começa a se tratar melhor, naturalmente, tudo ao redor acompanha.

Comentários